Luís António Cardoso da Fonseca Mail: luiscardosofonseca@hotmail.com

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Excesso de ruído?


Ilustração de Zichy Mihaly

«Al final todo se reduce a una cuestión de decibelios: a 47 llegaron los gemidos de los coitos de Steve y Caroline Cartwright. Un registro que los ha convertido en el hazmerreír de los tabloides y en la peor pesadilla de sus vecinos, que los han denunciado por quebrantar el silencio de su urbanización.» continuar a ler aqui.

Eduardo Suaréz, El Mundo, 15/12/2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

La Santa Sede*



















«El caso es que la sodomía tiene muchos adeptos entre los chicos heterosexuales (o pretendidamente heterosexuales, vete tú a saber...). A mí, de hecho, me lo han propuesto tantas veces que una vez, por pura curiosidad, piqué. Cierto es que no teníamos lubricante, ni experiencia, ni mucho acierto, pero... ¡qué dolor! al principio. Luego, es cierto que el morbo suplía la ausencia de placer, pero echando cuentas, siento que no me compensa. Así es que, lo siento mucho: nunca mais, muchas gracias por probar. Y, desde entonces, jamás he repetido, aunque les haya fastidiado un poco a todos y cada uno de mis novios, novietes, amantes habituales, amantes ocasionales y follamigos que, salvo Pepe el okupa, me lo han pedido repetidas veces.» continuar a ler aqui.
*Pandora Rebato, El Mundo, 21/08/2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

« Me meto a la primera cantina que veo para tomarme un mezcal a la salud del loco Lowry. Como todo en Bajo el volcán, en Cuernavaca, en México, la cantina tiene un lema hilarante: "Gentiles son los hombres dados a la ociosidad". La idea del mezcal en Cuernavaca es una transposición literaria de Lowry: lo tomó hasta el delirio en Oaxaca con su amiguete Juan Fernando Márquez, al que le dedica Oscuro como la tumba donde yace mi amigo. A lo mejor Márquez no existió y Lowry se la pasó en El Farolito de Oaxaca como yo aquí en Cuernavaca: bebiendo solo. El mesero me muestra la botella de mezcal. La etiqueta hubiera divertido a Lowry y, quizás, más a Jan: "Mezcalm Lowry. A punto de veneno". Y me siento a beber. Abro la libreta y pienso en Lowry y, con el paso de los tragos, en amores.»



Ler aqui artigo completo, escrito por Fabrizio Mejía Madrid e publicado no El País.

Desenho de Fernando Vicente e ilustração para uma edição mexicana de "Debaixo do vulcão" por Alberto Gironella

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Juan Gris: exposição em Girona


-¿Y qué es lo que piden los obreros?



-Pues lo que la ofrece a usted este viejo, encantadora Mimí. La jornada mínima y el salario máximo.



«Hay un Juan Gris anterior a las guitarras, violines y botellas de sus célebres bodegones cubistas. Un joven Gris casi desconocido que deslumbra como ilustrador de prensa humorística y satírica en las principales revistas del modernismo europeo. Y que, como se aprecia en el chiste que encabeza este texto del Primero de Mayo de 1907, no tiene pelos en la lengua a la hora de criticar el mundo político, económico y social de principios del siglo XX.»

Natalia Iglésias, El País, 10/04/09, ler aqui artigo completo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Max Ernest









Max Ernest, exposição a decorrer na Fundação Mapfre em Madrid, ver aqui no El Mundo Online.

domingo, 5 de outubro de 2008

O mistério do amor


" Andamos nesta vida a tentar decifrar o mistério de sermos, de termos nascido e sabermos que vamos morrer, o que é isto, de onde é que viemos, para onde é que vamos, como no princípio dos tempos. Há um outro mistério que o ilumina e que se chama amor. Redentor, revigorador, regenerador, perversor. O amor acontece-nos, não se fabrica. Toda a luz do mundo incide sobre um única pessoa e a luz de que nós precisamos, para iluminar o nosso caminho, derrama-se dessa pessoa para nós. O que é isto de elegermos ou sermos eleitas por?
O que o amor desencadeia dentro é a única forma de nos aproximarmos da divindade. É a desordem de esquemas e normas, e é a única alavanca para ordenarmos o caminho. Tudo o que é normativo é condicionante e a minha religião, o islão, o judaísmo - as religiões do Livro - são muito penalizadores das mulheres. Porque a origem do mundo está em nós, está no nosso corpo. "

Ilustração de Honoré Daumier e excerto de crónica " Eles são o outro ", de Ana Sousa Dias, Pública de 05/10/2008

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007


Imagem captada no blogue Ilustração Portuguesa.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

sábado, 16 de junho de 2007

Alphonse de Neuvilhe


Alphonse de Neuvilhe, retratou com as suas ilustrações, a Guerra Civil Americana.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Gravura representando indígena Brasileiro

É importante que se diga que o ilustrador não presenciou nada disso, ele apenas retratou baseado em esboços recebidos dos viajantes e em descrições textuais que estes também fizeram. Nesta cena os índios, principalmente mulheres e crianças, consomem uma espécie de sopa, que conforme os relatos desse religioso que sequer falava a língua deles, consideravam muito substanciosa e que eles preparavam com as vísceras do prisioneiro. Gravura de Theodore de Bry feita por volta de 1540.

Gravura representando indígenas Brasileiros


Estas cenas foram originariamente retratadas por um religioso calvinista europeu, de nome Jean de Léry, e seu olhar tendencioso obedecendo aos critérios do europeu pelo exótico fantástico, se reflete claramente na descrição das cenas que fez para o ilustrador. Cena onde o prisioneiro está sendo preparado para ser comido. Aqui os Tupinambás separam as vísceras do inimigo para fazer o que eles chamavam de caldo. Gravura de Theodore de Bry feita por volta de 1540

Ilustração Brasileira

Vila Rica, atual Ouro Preto no início do século XIX.Thomas Ender - Aquarela sobre lápis.21,8x32,6 cm

Serra da Estrela na direção de Minas. Paisagem do início do século XIX.Thomas Ender - Aquarela sobre lápis.19,8x28,5 cm

Ilustração Brasileira

Vista parcial da cidade de São Luís no Mararnhão em meados do século XVIII.

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" Muitas vezes, meu caro senhor, as aparências iludem, e quanto a pronunciar uma sentença sobre uma pessoa, o melhor é deixar que seja ela o seu próprio juiz. " Robert Walser

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