Não acredito em Deus, não acredito no destino; continuo a acreditar no homem, apesar de todos os males que tem originado.
Acredito também na magia dos lugares e este sempre me transmitiu energias positivas.
Sempre que percorri e admirei este monte senti que algo me ligava ao mesmo. Era algo de impreciso e profundo, que inundava a minha alma ao ponto de em determinado momento ter imaginado a minha velhice, vivida no seu sopé.