
Visões Ficções
Luís António Cardoso da Fonseca Mail: luiscardosofonseca@hotmail.com

Gisele Bündchen, para a Calzedonia, ver aqui.
O presente trabalho, realizado sob a forma de reportagem fotográfica e vídeo, visa possibilitar a leitura do que subsiste dos antigos Lugares da cidade do Porto e dos caminhos entre eles, registando e divulgando o que ainda hoje se pode observar, revelador de uma forma de assentamento e formação de território, de construção e de vivência de uma outra cidade, a cidade das aldeias, que corre o sério risco de ser literalmente engolida pela velocidade desenfreada própria dos dias em que vivemos, resultado das dinâmicas de desestruturação urbana e social que, infelizmente, vão esquecendo estes espaços, as suas gentes e os conjuntos edificados.«O jornal britânico The Times elogiou na terça-feira a actuação dos portugueses Deolinda em Londres, destacando a presença em palco de Ana Bacalhau e as canções que preenchem o álbum Canção ao lado» continuar a ler aqui.
Sol, 09/06/2009
«El gobernador de California, Arnold Schwarzenegger, ha presentado un plan de ahorro mediante la apuesta por la enseñanza on line en detrimento de los libros de texto tradicionales, según informa la BBC. Con esta iniciativa, el gobernador pretende reducir el gasto anual en millones de dólares. Además, añade que al privilegiar el estudio digital los alumnos conseguirán una mejor formación.» continuar a ler aqui.
El País, 09/06/2009
Ilustração de Raúl Arias
maoinvisivel, viseu 04/06/09 19:00(comentário publicado na edição online do Diário Económico)
Lamento o desaparecimento do actor David Carradine, para mim, será sempre o bom monge de Shaolin, de nome Caine, o meu Kung Fu, que desbaratava com uns golpes fantásticos hordas de malfeitores. É uma referência da minha infância, e da melhor época televisiva que passou por este país. Apetece dizer, que os bons não deviam partir. Talvez no além se encontre com os malfeitores dos novos tempos, usurários disfarçados de banqueiros e afins, que para além de amnésicos, são falsos surdos, mudos e cegos e, ainda por cima não sabem escrever e alegam que outros escrevem e assinam por eles. Outros, troçam, afirmam que alguém se esqueceu de entregar um qualquer bilhete de identidade. Chega-lhes Kung Fu. Está explicado, porque afinal os bons se vão embora. É para continuarem a espadeirarem os maus quando lá chegam. Recebem-nos à porta e zás. Nem sequer, chegam a entrar. Justiça, vale mais tarde do que nunca. Depois, os pedaços são capaz de ficar espalhados num qualquer limbo. Paz, e que nunca te falte a força, Kung Fu! Já agora, peço-te: dá um abraço apertado ao Vasco Granja e diz-lhe, olá e obrigado amiguinho, da minha parte. Até sempre!